Facebook Vai Acabar? – Saiba Tudo Sobre o Impacto do Escândalo

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Nas últimas semanas, um forte escândalo evolvendo o Facebook e aCambridge Analytica ganhou o mundo.

O debate a cerca do assunto foi e ainda está sendo intenso. Todo mundo discute qual será o real impacto da “crise” que se instalou na rede social e, claro, se o Facebook vai acabar!

Apesar de ser um dos episódios mais polêmicos envolvendo a plataforma, não é a primeira vez que o Facebook figura nesse tipo de cenário, colocando em checka sua longevidade.

Por volta do segundo semestre de 2016, Eric Jackson, um analista de mercado e investidor da Ironfire Capital, fez previsões sobre a ferramenta de Mark Zuckerberg.

Suas conclusões foram diretas… Diante de seu faturamento, o Facebook não durará muito. E ainda prognosticou, em 2020 ele vai acabar!

  • Será que o analista estava correto?
  • Será que ele sabia de algo que viria a explodir nessa crise?

De fato, os motivos apontados por ele na época, foram outros, nada diretamente ligado ao escândalo atual. Dentre eles, a questão de a rede social estar na internet e não nas empresas de produtos mobile.

Além de que o Facebook vem sofrendo constantes quedas em seuvalor de mercado. As ações que foram iniciadas a R$77, em poucos dias, já estava valendo R$55.

  • No entanto, será que esse episódio se trata de mais um que endossa o inevitável fim do Facebook?
  • Será que é melhor começar a se preparar e montar um plano B, pensando em novas estratégias de marketing?
  • O Facebook vai ser abandonado por todos os usuários?

Calma! Antes de se desesperar e pensar nos possíveis impactos que essa queda poderia trazer ao seu negócio, vem com o Mestre do Adwords e entenda tudo sobre o assunto!

Aqui, nós pretendemos lhe ajudar a entender o caso. Dessa forma, você poderá tirar suas próprias conclusões sobre se o Facebook vai acabar ou não!

Não fique parado aí, confira tudo.

Como Começou o Escândalo que Envolve o Facebook e a Cambridge Analytica?

Para você entender o real impacto desse escândalo, e se ele tem potencial para fazer o Facebook acabar, é necessário saber como tudo começou e evoluiu.

O fatídico dia que a notícia ganhou o planeta foi 17 de março de 2018. Tudo ocorreu quando um ex-contratado, Cristopher Wylie, da empresa de consultoria, Cambridge Analytica, divulgou que seus contratantes extraiam dados de usuários sem autorização.

Basicamente, a agência de consultoria, por meio de testes disponibilizados aos usuários nas redes sociais, como o Facebook, coletava os dados das pessoas que participavam e, ainda, de seus amigos.

Aí você pode dizer…

  • Qual o problema? Diversos aplicativos conectados às redes sociais fazem esse recolhimento de dados…

O problema número 1 é que as informações não foram só recolhidas de quem fez os testes, mas também de toda a lista de amigos conectados a esse perfil.

O que gerou um vazamento de dados de mais de 50 milhões de contas cadastradas na rede.

O segundo grande ponto é que essas informações foram utilizadas para fazer campanhas em prol do presidente eleito dos Estados Unidos em 2016, Donald Trump.

E o terceiro, todo esse recolhimento de dados foi feito a partir de uma brecha nas políticas de privacidade do Facebook.

Não podemos deixar de considerar também que a maioria dos usuários não leem esses termos. Certo?

Obviamente, que ao explodir a notícia, houve uma sensação generalizada de insegurança, de violação de privacidade!

Só para que você entenda melhor, até poucos dias, a rede social de Mark Zuckerberg já tinha desvalorizado cerca de 100 Bilhões em Valor de Mercado.

Vamos resumir os acontecimentos para avançar ainda mais no caso…

  • Como todo mundo deveria saber, o Facebook possui uma política de uso, segurança, privacidade e publicidade. Que cada usuário declara estar de acordo quando criar um perfil na plataforma.
  • A agência de consultoria Cambridge Analytica, por meio de testes, usou o Facebook e recolheu informações de mais de 50 milhões de contas.
  • Os dados obtidos foram utilizados para basear a campanha do presidente americano, Donald Trump, em 2016.
  • Diante da aquisição “ilegal” de dados, houve uma sensação generalizada de insegurança, por parte dos usuários do Facebook e especialistas, que já estão começando a indicar que todos deixem a rede.

Tudo entendido até aqui? Então vamos adiante!

A Evolução do Escândalo e os Papéis do Facebook e Cambridge Analytica Nele

Está claro que ambas empresas estão como protagonistas do escândalo, no entanto cada uma delas tem papel diferente na história.

O Facebook, como falamos acima, tem uma política e termos de uso que envolvem publicidade, privacidade, segurança, entre outros aspectos, assim como todas as outras ferramentas digitais que utilizamos atualmente.

No caso da rede social de Mark Zuckerberg, a última atualização dessas “regras” ocorreu em 2011, entre elas, está descrito que o Facebook pode oferecer dados à outras plataformas que eles façam parceria.

Resumindo, a rede social mais popular do planeta concede diversas informações, porém quase sempre de maneira anônima, preservando dados mais exclusivos às parcerias.

Na época, ficou decretado que qualquer nova modificação deveria ser comunicada aos usuários da plataforma.

Conhecendo essa “falha”, a Cambridge Analytica iniciou a sua atuação e usou um aplicativo parceiro do Facebook para recolher dados e “vazá-los” posteriormente em seu favor.

Não entendeu? Calma, a gente explica!

Vamos voltar em 2015, época em que se preparava a campanha que levaria o presidente americano, Donald Trump, a ser eleito posteriormente.

Entre as estratégias utilizadas para basear a campanha de candidatura, estava um teste de personalidade aplicado por meio de um aplicativo parceiro do Facebook, hoje alvo de investigações que centralizam a grande crise.

O responsável pela elaboração desse teste foi Aleksandr Kogan. O pesquisador trabalhou legalmente, inclusive, disponibilizado o teste de maneira prevista dentro das regras do Facebook, já que o aplicativo é autorizado.

O teste foi um sucesso, quase 280 mil pessoas o fizeram, o que levou ao recolhimento de informações de mais de 50 milhões de usuários.

A grande virada ocorreu quando Kogan “vazou” os dados obtidos à uma empresa terceira, não parceira do Facebook, a Cambridge Analytica.

Foi aí que a agência particular de análise de informações e criação de personas para gerar campanhas extremamente influentes entrou no jogo.

Como você já deve imaginar, os dados obtidos ilegalmente têm forte potencial de terem sido utilizados pela Cambridge Analytica para influenciar eleitores na ocasião que levou Trump à presidência dos EUA.

Ficou comprovado que a empresa estava envolvida na campanha!

Nesse momento, você pode estar pensando…

  • O que o Facebook tem com isso? Além do fato de alguém ter se aproveitado de uma brecha para coletar dados e distribuir ilegalmente?

A história é muito mais complexa do que você imagina e o Facebook está bastante envolvido.

Veja bem…

  • Sabe o aplicativo parceiro que Aleksandr Kogan utilizou para fazer o teste e, assim, coletar dados dos usuários?

Pois bem, Mark Zuckerberg descobriu quando o vazamento ocorreu para a Cambridge Analytica e, como medida, baniu o pesquisador e seu app, além de ordenar que as informações repassadas fossem deletadas por completo.

Sem grandes alardes, na época, aparentemente, o procedimento foi feito com sucesso.

Apesar disso, diante dos recentes acontecimentos, tudo indica que as ordens não foram acatadas. E, pior, os dados foram empregados na formulação da estratégia de mídias sociais para eleger Trump.

Ao saber disso, mais uma vez o Facebook entrou em ação, tentando uma auditoria na Cambridge Analytica. No entanto, ela foi negada pelas competências britânicas, diante da justificativa de poupar dolo de informações e choques de interesse.

Então, como última cartada, Zuckerberg excluiu e vetou a agência de análise de dados de sua rede social.

  • Tudo pareceu resolvido até aqui, certo?

É o que também haviam pensado os protagonistas do escândalo. A verdade é que você só está lendo esse conteúdo, porque Christopher Wylie, ex-funcionário da Cambridge, trouxe ao conhecimento do público mundial esses acontecidos polêmicos.

Claro, as autoridades também estão envolvidas no caso, investigando qual a real ligação entre as duas empresas, no intuito de entender de forma mais apurada qual o papel de cada uma delas nessa trama e, principalmente, como as informações foram vazadas.

  • A ideia principal é descobrir se o vazamento dos dados foi proposital e consentido ou um incidente causado por uma brecha nas políticas da rede social.

Mark afirma que não teve participação ativa nesses atos que ocasionou a violação de privacidade de mais de 50 milhões de usuários.

Será?

Não há ainda comprovações sobre as responsabilidades de cada parte envolvida, mas já houveram pronunciamentos.

O que Mark Zuckerberg diz Sobre o Escândalo?

Antes de mais nada, precisamos lembrar que demorou um bom tempo para que os responsáveis pelo Facebook se pronunciassem sobre o escândalo.

A primeira grande entrevista concedida por Mark Zuckerberg ocorreu 4 dias após a grande divulgação do ocorrido.

Ela foi ao ar pela CNN, no dia 21. O dono da rede social disse lastimar a violação dos dados e aproveitou para se desculpar.

Como uma das medidas para evitar que a situação ocorra novamente, Mark disse estar bastante atento às eleições no Brasil, visando blindar as contas contra o “roubo” de dados e campanhas/ações manipulativas.

Um pronunciamento oficial também foi divulgado na conta de Zuckerberg no Facebook.

Por meio dele, o dono da plataforma diz que a rede social tem a obrigação de manter os dados das contas à salvo e que o ocorrido foi, sim, um erro. A declaração ainda ressalta que as equipes competentes estão unindo seus esforços em virtude de apresentar soluções mais adequadas…

Algumas delas já estão sendo implementadas:

  • Trabalhar com uma análise mais profunda, visandoexcluir plataformas parceiras que não cumpram todos as políticas e temos de uso.

 

  • Restringir ainda mais o compartilhamento de informações de usuários com outros aplicativos, mesmo que eles cumpram todas as regras da rede social.

 

  • Disponibilizar informações sobre quais potenciais aplicativos parceiros podem estar coletando dados de usuários de maneira mais visível no perfil de cada conta. Será possível também bloquear essa coleta.

Mas, afinal, o Facebook vai acabar?

Agora, essa é a pergunta que mais deve estar permeando os seus pensamentos…

  • Será que esse escândalo impactou tanto a rede social à ponto de ela simplesmente deixar de existir?

Verdadeiramente, é difícil chegar à uma conclusão única. Afinal, há quem vai dizer que todos os usuários deveriam sair da plataforma, já que a privacidade jamais será respeitada.

Por outro lado, há quem diga que essa é uma oportunidade para que o Facebook se torne mais seguro.

O que podemos colocar, com certeza, é que o futuro da rede social está nas mãos dos responsáveis por ela e, claro, dos usuários.

Isso porque, por mais que tenha ocorrido alguns pronunciamentos oficiais, ainda se espera uma posição mais firme e sólida dos representantes da plataforma.

Enquanto isso não ocorre, há movimentos em outras redes sociais que impulsionam a crise para cima, incentivando usuários a boicotarem e deletarem o Facebook.

Como dissemos no início, o impacto não foi visto apenas nas redes sociais, o mercado também reagiu ao escândalo, fazendo com que a desvalorização da ferramenta chegasse à 100 Bilhões.

A cada nova informação que os responsáveis pela investigação trazem à tona, o Facebook recebe um novo golpe. O que se torna absolutamente perigoso para a sua estabilidade.

Além disso, a finalização do caso pode guardar um verdadeiromapa que demarca o caminho, sem volta, da rede social em direção ao futuro.

É que se ficar comprovado que o Facebook teve participação ativa ou algum tipo de responsabilidade no vazamento de informações, ele será multado em um valor capaz de finalizar suas atividades.

Essa ação é prevista no código penal como violação ao acordo consolidado através das políticas privacidade.

Por enquanto, a ferramenta de Mark Zuckerberg segue funcionando como de costume, sem nenhuma mudança expressiva, inclusive, para anunciantes da rede. Também não houve publicações oficiais acerca de modificações nesse sentido.

 

Agora que você sabe tudo sobre o assunto, qual a sua opinião? O Facebook vai acabar ou não?

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Esperamos que esse conteúdo tenha sido imensamente útil para você.

Forte Abraço.

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